15.4.07
Novamente o Presidente Lula utilizou o vocábulo BRAVATA para comentar sobre determinada situação. Durante as eleições, tal palavra “entrou na moda”, mesmo sem a maioria das pessoas saberem o que seja. E, pasmem, dicionários mais simplórios não possuem tal termo!
E o que é Bravata, afinal?
Bom, na última edição da Revista Época, nº 465, ed 16/04/2007, Coluna Dois Pontos, Pg 33, o presidente adimitiu que já utilizou desse expediente, o qual criticou em outras oportunidades.
Bravata é… Ah, se você não sabe, tá muito mastigado colocar aqui. Então, veja esse fórum de debates sobre o termo bravata, e você entenderá o que é (coisa simples, não se assuste).
Abaixo, um fórum do Yahoo sobre o termo:
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20061012161448AA3Zv3Q
14.4.07
É sabido que, apesar dos alardes contra o uso de drogas, existirão ainda os desavisados. Também existirá desinformados ou confusos. O problema real é a existência dos apologistas.
Em recente matéria que publiquei em meu site, intitulada “efeitos nocivos da Maconha”, extraído de matéria da Campanha “Jovem Pan pela Vida contra as drogas”, procurei mostrar o quão perverso pode se tornar o vício. Somente os parentes e amigos verdadeiros dos dependentes sabem o sacrifício dispensado para a recuperação do usuário. Neste mesmo blog já retratei recente mea culpa de matérias antes apologistas e que hoje mostram a nefasta dependência causada pela maconha (ver post) .
Porém, as críticas surgem pelo lado dos pseudo-sabedores dos efeitos não tão nocivos segundo os mesmos. Recebi uma mensagem de desafeto de um grupo pró-liberação da maconha que gostaria de compartilhar. Aliás, a página é uma louvação ao uso da erva. O link está em http://www.growroom.net/board/index.php?s=&showtopic=19275&view=findpost&p=273359
É uma pena ainda existir tanta informação desencontrada. E a busca da confusão sobre as verdades que devem ser ditas.
12.4.07
Hoje ouvi uma óbvia declaração de um ilustre deputado (cujo nome nem vale ser lembrado), que assusta por tamanho cinismo. Ele declarou que o cigarro, apesar dos malefícios à saúde, é uma importante e INDISPENSÁVEL receita de impostos.
Cadê a novidade?
Nobre deputado, todos nós sabemos que a receita dos impostos do cigarro equivalerão a recursos insuficientes ao Ministério da Saúde, que os destinará a PARTE dos pacientes afetados por câncer de pulmão, causados, obviamente, pelo cigarro.
Portanto, excelentíssimo, essa fonte de recursos é dispensável, pois esse círculo vicioso , se formos rigorosos na apuração fiscal, não trará sobras ou perdas significativas financeiras. Porém, certamente, haverá perdas humanas; estas, incalculáveis.
A propósito, àqueles que alegam que a indústria do fumo gera cerca de 300 mil empregos diretos nos estados do Sul, que tal se aliar a novos discursos antitabagistas e procurar outras formas de pensar em novas lavoura e receitas sustentáveis?
7.4.07
O caos que se encontra a aviação brasileira realmente tem tomado proporções impressionantes. O efeito dominó proporcionado pelo problema aéreo também.
Gostaria de compartilhar o acontecido comigo e alguns companheiros que trabalhariam no Campeonato Brasiliense de Futebol.
Nosso vôo mudou de cia por 3 vezes. Onze mudanças de horários. As 24 horas de antecedência que teríamos em Brasília, para uma preparação adequada, tornaram-se meia hora de atraso. Clubes à espera, imprensa desconfiada, torcedores curiosos, e árbitros estressando-se nos balcões e corredores de Congonhas.
(veja nossas entrevistas em reportagens do Terra e da Globo nos links)
O desrespeito é grande e não há culpados definidos. Uma hora é o governo, outra os controladores, outra ainda as empresas de aviação. Sobra, principalmente, para o aparelho Cindacta1. Claro, ele é uma máquina, não poderá reclamar ou defender a sua causa.
E, para surpresa geral, assisto o Luciano do Valle, durante o clássico São Paulo X Palmeiras, alardear sobre a Varig: “Parabéns, Varig, a única cia que não atrasou os vôos durante a crise!” É mole…. quase 21 horas de espera, Luciano! E era pela Varig…

6.4.07
Revoltante, repugnante e lamentável. Todas as opiniões devem ser respeitadas em uma democracia, mas a colocação de Agnaldo Timóteo, sobre o que pensa sobre a Prostituição no Brasil, é algo nojento.
O nobre cantor e político, declarou abertamente que deveria ser liberado o turismo sexual no país, pois gerava emprego e renda, além das divisas em dólar que entrariam.
Ops! Mas que infelicidade é essa? Quer dizer que ao invés de buscar a dignidade do trabalho humano, o respeito a doçura e aos direitos da mulher, além da moralidade social (tudo bem que moral é algo relativo para muitos), utilizamos de subterfúgios demagogos sobre renda?
Prezado Agnaldo, você não foi bem nessa…
5.4.07
A reconhecida Universidade de Harvard, em seu curso de Mercadologia, incluiu um estudo de caso tupiniquim em sua grade curricular: The Casas Bahia: a brazilian case.
Na verdade, os mestres da renomada instituição utilizarão-se, provavelmente, dos elementos comparativos ao fenômeno americano Wal-Mart, que procura decolar no país mas não consegue (por enquanto), devido a dificuldade em fazer frente ao Carrefour e Pão de Açúcar.
Os pontos em comum dos dois mega varejistas são: redução de custos, investimento maciço em mídia, diversidade de produtos, boa localização e grande capital de giro. Sucesso certeiro a qualquer instituição se esses elementos forem utilizados com competência administrativa.
Deu no “Pontapé Inicial”, da ESPN: José Trajano indagava a coluna do Tostão, sobre o fato do mesmo escrever que a carreira do Romário foi fantástica, pois o mesmo era cinestésico com a bola. A discussão ficou voltada ao entendimento do que Cinestesia representava para o futebol, com algumas explicações e busca do verbete em dicionários (ao vivo, no ar mesmo).
Sucintamente e de maneira bem coloquial, CINESTESIA se refere a questões relacionadas ao transporte e física. É uma faculdade da mente, buscando teletransporte, por exemplo. SINESTESIA é o fato de fazer algo parecer com outro sentido; exemplificando: “aquela cor tem um cheiro maravilhoso” - (visão X olfato).
Como a pendenga não ficou resolvida no programa, vai um pitaco bem particular: Romário era o rei da Cinestesia dentro de campo e cansou de nos dar lances sinestésicos de magia com a bola.