Blog do Professor Rafael Porcari

Observações e manifestações do Prof Rafael Porcari sobre os diversos temas atuais. Debata e comente os assuntos, vamos desenvolver nosso espírito crítico (sempre com democracia e respeito) !

30.4.09

- Próxima Escala

Neste próximo domingo, estaremos atuando em mais um jogo do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de Futebol Profissional.

Acompanhe:

 
Rodada:3
Campeonato: Paulista Categoria: Segunda Divisão

Jogo:43 - Radium X Velo Clube
Data: 01/05/2009 Horário: 10:00
Estádio: Olímpico São Sebastião Cidade: MOCOCA
Arbitro Assist 1 : Graziele Maria Crizol
Quarto Arbitro : Lucas de Castro Cardoso

Jogo:44 - Atlético Araçatuba X Santacruzense
Data: 01/05/2009 Horário: 10:00
Estádio: Dr. Adhemar de Barros Cidade: ARAÇATUBA
Arbitro Assist 1 : Ricardo Pavanelli Lanutto
Arbitro Assist 2 : Ricardo Garcia Genaro

Jogo:45 - CA Lemense X Paulínia FC
Data: 01/05/2009 Horário: 15:00
Estádio: Bruno Lazzarini Cidade: LEME
Arbitro Assist 1 : Orlando Massola Junior
Arbitro Assist 2 : Thiago Rodrigues Schulze

Jogo:46 - Taboão da Serra X Barcelona Esportivo
Data: 02/05/2009 Horário: 11:00
Estádio: Vereador José Ferez Cidade: TABOAO DA SERRA
Arbitro Assist 1 : Eduardo Vequi Marciano
Arbitro Assist 2 : Silvio Aurélio de Lira
Quarto Arbitro : Edinaldo Candido Trajano

Jogo:47 - CA Paulista Joseense X Esporte Clube União Suzano
Data: 02/05/2009 Horário: 15:00
Estádio: Martins Pereira Cidade: SAO JOSE DOS CAMPOS
Arbitro Assist 1 : Cassio Maia Almeida
Arbitro Assist 2 : Everaldo Jorge da Silva
Quarto Arbitro : Marcos Sehnem

Jogo:48 - Primavera X Atibaia
Data: 02/05/2009 Horário: 15:00
Estádio: Ítalo Mário Limongi Cidade: INDAIATUBA
Arbitro Assist 1 : Andreval de Jesus Monteiro
Arbitro Assist 2 : Eder Antonio da Carmo Nunes

Jogo:49 - FC Primeira Camisa X Suzano
Data: 02/05/2009 Horário: 15:00
Estádio: ADC Parayba Cidade: SAO JOSE DOS CAMPOS
Arbitro Assist 1 : Patricia Carla de Oliveira
Arbitro Assist 2 : Mauricio Diacov

Jogo:50 - SEV-Hortolândia X Desportivo Brasil
Data: 02/05/2009 Horário: 19:00
Estádio: Centro Poliesportivo Nelson Cancian Cidade: HORTOLANDIA
Arbitro Assist 1 : Daniel Paulo Ziolli
Arbitro Assist 2 : Leonardo Schiavo Pedalini
Quarto Arbitro : Daniel Destro do Carmo

Jogo:51 - Ilha Solteira X Fernandópolis
Data: 02/05/2009 Horário: 19:00
Estádio: Frei Arnaldo Castilho Cidade: ILHA SOLTEIRA
Arbitro Assist 2 : Marcelo Ferreira da Silva

Jogo:52 - Palestra de São Bernardo X Mauaense
Data: 01/05/2009 Horário: 15:00
Estádio: Humberto de Alencar Castelo Branco (Baetão) Cidade: SAO BERNADO
Arbitro Assist 1 : Itamar Donizete Antonelli
Arbitro Assist 2 : Luciana da Silva Ramos

Jogo:53 - Inter Bebedouro X Guariba
Data: 03/05/2009 Horário: 10:00
Estádio: Sócrates Stamato Cidade: BEBEDOURO
Arbitro Assist 1 : Jose Renato Cabral
Arbitro Assist 2 : Paulo José Ferreira

Jogo:54 - Américo X Barretos
Data: 03/05/2009 Horário: 10:00
Estádio: Joaquim Justo Cidade: AMERICO BRASILIENSE
Arbitro Assist 1 : Daniel Freiria Yeda
Arbitro Assist 2 : Maria Nubia Ferreira Leite

Jogo:55 - Jaboticabal X Olé Brasil
Data: 03/05/2009 Horário: 10:00
Estádio: Dr. Robert Todd Locke Cidade: JABOTICABAL
Arbitro Assist 1 : Edson Rodrigues dos Santos
Quarto Arbitro : Edson Pereira Santana

Jogo:56 - Guaçuano X Independente
Data: 03/05/2009 Horário: 10:00
Estádio: Alexandre Augusto Camacho Cidade: MOGI GUACU
Arbitro Assist 1 : Marcelo Moreno Santos
Arbitro Assist 2 : Paulo Roberto de Almeida
Quarto Arbitro : Gustavo de Moraes Sabbag


Jogo:57 - Sumaré X Palmeirinha
Data: 03/05/2009 Horário: 10:00
Estádio: Vereador José Pereira Cidade: SUMARE
Arbitro : Rafael Porcari
Arbitro Assist 1 : Francisco Reginaldo Moreira
Arbitro Assist 2 : Fabricio Porfirio de Moura
Quarto Arbitro : Edson Nascimento Moreira

Jogo:58 - Jabaquara X São Vicente
Data: 03/05/2009 Horário: 11:00
Estádio: Ulrico Mursa Cidade: SANTOS
Quarto Arbitro : Bruno Cesar Teixeira

Jogo:59 - Elosport X Capivariano
Data: 03/05/2009 Horário: 11:00
Estádio: Dr. José Sidney da Cunha Cidade: CAPAO BONITO
Arbitro Assist 1 : Marcelo Zamian de Barros
Arbitro Assist 2 : Marcio Jacob
Quarto Arbitro : Edson Alves da Silva

Jogo:60 - Matonense X CAL Bariri
Data: 03/05/2009 Horário: 11:00
Estádio: Dr. Hudson Buck Ferreira Cidade: MATAO
Arbitro Assist 1 : João Edilson de Andrade
Arbitro Assist 2 : Fabio Eduardo Baldo

Jogo:61 - Taubaté X Mogi FL
Data: 03/05/2009 Horário: 11:00
Estádio: Joaquim de Moraes Filho Cidade: TAUBATE
Arbitro Assist 2 : Alexandre David
Quarto Arbitro : José Paulo Canale

Jogo:62 - Assisense X Tanabi
Data: 03/05/2009 Horário: 11:00
Estádio: Antônio Viana da Silva Cidade: ASSIS
Arbitro Assist 1 : Peterson Leão Rodrigues
Arbitro Assist 2 : Wendel Almeida da Silva
Quarto Arbitro : José Claudio Calógero

Jogo:63 - José Bonifácio X Tupã
Data: 03/05/2009 Horário: 15:00
Estádio: Antônio Pereira Braga Cidade: JOSE BONIFACIO
Arbitro Assist 1 : Leandro Matos Feitosa
Arbitro Assist 2 : Alan Bigotto
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29.4.09

- Empreendedorismo: o sucesso do ex-caseiro gaúcho

Compartilho um case interessante, onde um ex-caseiro gaúcho tornou-se um empresário de sucesso, através de práticas empreendedoras.

Extraído do “Blog das Pequenas e Médias Empresas”

(http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0018/ele-esta-sempre-alerta-451505.html)

Ele está sempre alerta

O ex-caseiro Cesar Folle enxergou espaço para crescer com uma empresa de serviços para condomínios, a Top Service. Ele vendeu o negócio - e já montou um novo, que tem a própria Top Service como cliente

Por Arlete Lorini - Portal EXAME  

Grande parte do patrimônio inicial da Top Service, empresa gaúcha de manutenção predial, se esvaiu apenas dez dias após sua inauguração, em dezembro de 1995. O fundador, Cesar Folle, hoje com 35 anos, estava fora quando dois ladrões entraram na sede da empresa - que era também sua casa. Eles trancaram seu irmão e seu sócio no banheiro e levaram um computador, um fax e um telefone. Pode parecer pouco para muitas empresas, mesmo as pequenas. Mas não para a Top Service. Folle havia deixado um emprego de auxiliar administrativo e os bicos de caseiro e apostado todas as economias - 2 500 reais - na criação do negócio com um amigo de infância. “Meu sócio quase desistiu”, diz Folle. “Eu insisti para continuarmos. Já tinha pedido demissão, era tudo ou nada.”

Aos poucos, a persistência deu resultado. Em 2007, a Top Service faturava 60 milhões de reais ao ano, empregava 2 700 pessoas e atendia grandes clientes, como GM e Gerdau. O negócio despertou o interesse do fundo de investimento GP, ao qual Folle e seu sócio acabaram vendendo a empresa.

Ao deixar o comando da Top Service, Folle ouviu mãe, tios e amigos dizerem que devia se aposentar. “Eles falavam que era hora de relaxar e curtir a vida”, diz. Folle ignorou as recomendações e continuou a empreender. Ainda em 2007, pegou parte do dinheiro da venda da Top Service e começou outro negócio - a BR Supply, que fornece suprimentos a empresas, como computadores, material de escritório e produtos de limpeza.

Empreender é um impulso antigo para Folle. “Meu sonho de infância era ter uma empresa com 100 funcionários”, diz. Nascido em Iraí, no interior gaúcho, filho de uma auxiliar de limpeza e de um vigilante bancário, Folle começou a trabalhar cedo, comprando maçãs na praça central e revendendo-as pelo dobro do preço de porta em porta. Também fazia cobranças para lojas e farmácias.

Aos 18 anos, foi para Porto Alegre prestar serviço militar. Ganhava dois salários mínimos, quatro vezes o que tirava antes. Com a morte do pai, abandonou o Exército e voltou para perto da família. Meses depois, conseguiu trabalho de auxiliar administrativo numa empresa de São Leopoldo, na região metropolitana da capital. Achou que era a hora, novamente, de deixar a casa da mãe.


Outros números, mesmos clientes

Nos fins de semana, fazia bicos de caseiro. Folle reparou que os proprietários se descuidavam de seus quintais e que, embora às vezes até contratassem jardineiros, não tinham quem fizesse uma manutenção regular. A partir daí, a Top Service foi tomando forma. “Achei que poderia dar um jeito naquelas plantas e ganhar um bom dinheiro com isso”, diz Folle. Para ele, a ideia tinha a vantagem de ser muito simples - não exigia estudo acadêmico, conhecimentos aprofundados nem grandes investimentos. Para criar a empresa, convidou um amigo, Eduardo Fleischhauer, hoje com 34 anos.

O começo foi difícil. “Às vezes, minha mãe me mandava dinheiro para comprar comida”, diz. A situação só melhorou seis meses depois, quando a Top Service foi contratada para fazer a limpeza de um grande condomínio. Mas a chance de crescer para valer apareceu em 1997. Um dia, o telefone tocou. Era um funcionário da filial gaúcha da GM, que precisava de alguém para aparar a grama dos arredores da fábrica e servir cafezinho nas reuniões. Embora a Top Service nunca tivesse servido cafezinho na vida, Folle topou na hora a proposta. Ele soube depois que a GM havia chegado à Top Service pela lista telefônica. “Publiquei o maior anúncio possível para parecer que éramos grandes”, diz.

Três anos depois, a GM abriu uma licitação para limpeza fabril. “Não sabia nem que tipo de limpeza era aquela, mas queria fazer”, diz Folle, que contratou um executivo de uma multinacional que prestava serviços para grandes empresas. Ele ensinou a Folle os métodos usados naquele tipo de tarefa e o ajudou a montar uma proposta. A Top Service venceu a concorrência. Trabalhar para a GM atraiu outros clientes grandes. Naquele ano, as receitas cresceram 300%. 

Em 2007, quando a Top Service faturava 60 milhões de reais ao ano, o GP fez a proposta de compra. Segundo Folle, a empresa estava bem financeiramente, mas enfrentava um dilema - os sócios tinham estilos diferentes. “Folle sempre gostou de correr mais riscos que eu”, diz Fleischhauer, que achava que a Top Service não tinha fôlego para deixar de ser uma empresa regional. Já Folle queria acelerar a expansão para outros estados. “Ou crescíamos e acompanhávamos as necessidades dos clientes ou no médio prazo não conseguiríamos nem sobreviver”, diz Folle. Os dois concluíram que era melhor vender.

A negociação com o GP levou oito meses. Folle vacilou em alguns momentos. Ele e seu sócio chegaram a precisar de orientação de um coaching, que os ajudou a se desprender psicologicamente da empresa. O negócio foi fechado em 38,5 milhões de reais, bem mais que a proposta inicial. Folle ficou com os imóveis, que foram alugados à própria Top Service. Ficou ainda com a estrutura do departamento de vendas de produtos da empresa, que daria origem à BR Supply.

A partir de então, os amigos tomaram rumos diferentes. Fleischhauer adquiriu franquias da lavanderia 5àSec, da rede de enxoval MMartan e da operadora de celular TIM. Folle guardou parte do dinheiro e investiu um terço dele na criação da BR Supply.

O modelo de negócios da BR Supply consiste em fornecer o maior número possível de suprimentos às empresas - são 4 000 itens, que vão de material de escritório e produtos de limpeza a notebooks, automóveis e lanches. A companhia também monta lojas nas instalações de alguns clientes, que pagam apenas pelo consumo. Como a BR Supply nasceu do departamento de vendas de produtos da Top Service, ela partiu de uma carteira de 40 clientes. Por isso, em 2008, a empresa já faturou 15 milhões de reais. Hoje a lista tem, além da Top Service, outros velhos conhecidos, como Gerdau e Marcopolo.

Na nova empreitada, Folle tem desafios pela frente. Um dos mais importantes é a concorrência. “O setor de suprimentos está saturado”, diz Ernani Araujo, sócio da AnFreixo, de São Paulo, que fornece adesivos, ferramentas e equipamentos de segurança a grandes empresas. Folle acredita que a chave para superar esse obstáculo é sua ampla oferta de produtos e serviços. “Poupamos o cliente do trabalho de lidar com muitos fornecedores”, diz. “Se alguém precisar de um trator, eu compro um e alugo para ele.” Ocorre que essa aposta na variedade também pode trazer problemas. “O grande risco é perder o foco”, diz Marcus Regueira, do fundo de investimento Fir Capital. Folle acha que vai dar tudo certo, e prevê faturamento de 150 milhões de reais em cinco anos. Para alcançar essa meta, está negociando um aporte de capital com dois fundos.

Folle está tendo de conciliar toda essa rotina empresarial com compromissos pessoais também intensos. Nos últimos tempos, tem alimentado a expectativa de como vai ser a vida com sua primeira filha, Julia. Também continua próximo dos amigos do interior - já pagou até a faculdade de um deles. Para a mãe, comprou um apartamento no único edifício com elevador da cidade de Iraí. Para ele próprio, comprou uma cobertura que enfeitou com algumas plantas - nada que lembre os jardins que a Top Service cuidava. “Nunca gostei de cortar gramas”

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- A Inveja: o Caruncho da Alma

Cada vez mais vivemos num mundo competitivo, onde a ambição e o desejo de vencer se fazem presentes. Neste panorama, vemos pessoas cheias de gana, o que não é condenável. O problema é quando a gana se torna em ganância, que destrói os bons princípios e se torna puramente inveja.

A seguir, interessante texto sobre a inveja, não só no mundo dos negócios mas junto à sociedade, partindo das primícias cristãs.

Extraído de: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=11433

Diz o livro da Sabedoria que é por causa da inveja que o demônio levou a pecar os nossos primeiros pais no início da história da humanidade. “É por inveja do demônio que a morte entrou no mundo, e os que pertencem ao demônio prová-la-ão” (Sb 2,23-24).

 

Santo Agostinho dizia que “a inveja é o pecado diabólico por excelência”. E se referia a ela como “o caruncho da alma, que tudo rói e reduz ao pó”.

 

A inveja é companheira daquele que não suporta o sucesso dos outros e que não se conforma em ver alguém melhor do que ele mesmo. Fica torcendo pelo mal do outro; e quando este fracassa, diz no seu interior: “Bem feito!”

 

O primeiro pecado dos filhos de Adão e Eva foi cometido por inveja: Caim matou o irmão Abel (cf. Gen 4). Pior do que um homicídio (assassinato de um homem), o crime de Caim, movido pela inveja, foi um fratricídio (assassinato de um irmão). Também por causa da inveja os filhos do patriarca Jacó venderam o seu filho caçula, José, para os mercadores do Egito. Também por causa da inveja, vimos o rei Saul odiar a Davi e caçá-lo como se fosse um animal a ser morto (cf. 1Sm 18,8;19,1).

 

O caso mais triste que as Escrituras nos relatam, por causa da inveja, é o da morte de Jesus. O evangelista São Mateus deixa claro: “Pilatos dirigiu-se ao povo reunido: Qual quereis que eu vos solte: Barrabás ou Jesus, que se chama Cristo? Ele sabia que tinham entregue Jesus por inveja” (Mt 27, 18).

 

Diante disso temos que nos acautelar diante dela; uma vez que movidos por ela somos levados a praticar muitas injustiças.

 

Quantas fofocas, maledicências, intrigas, brigas, rivalidades, calúnias, ódios, etc., acontecem por causa de uma inveja. O pior de tudo para nós cristãos é constatar que ela se entranha até mesmo nas obras e nos filhos de Deus. Podemos dizer seguramente que muitas rivalidades e disputas que surgem também no coração da Igreja, tristemente, são causadas pela inveja, ciúme e despeito.

 

Em vez de se alegrar com o sucesso do irmão no seu trabalho para o Reino de Deus, muitas vezes se fica remoendo a inveja, porque não se consegue o mesmo sucesso. O que importa afinal é o meu sucesso, o sucesso do outro ou o crescimento do Reino de Deus e a salvação das almas? A inveja é uma perversão.

Santo Agostinho nos ajuda a entender a gravidade desse mal: “Terrível mal da alma, vírus da mente e fulminante corrosivo do coração é invejar os dons de Deus que o irmão possui, sentir-se desafortunado por causa da fortuna dos outros, atormentar-se com o êxito dos demais, cometer um crime no segredo do coração entregando o espírito e os sentidos à tortura da ansiedade; destroçar-se com a própria fúria!”

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- A Gripe a a Bola

Uma inocente pergunta: se as equipes mexicanas que disputam a Taça Libertadores da América passarem para as Oitavas de Final, onde elas jogarão, já que a recomendação é para não viajar ao México?

O mais simplista poderá dizer que é fácil: muda-se o mando, e os times jogam na Costa Rica ou Guatemala.

O problema não é tão simples. E o isolamento dos residentes em área de contagio, como fica? Daqui a pouco, os jogadores terão que jogar de máscara e não poderão encostar nos adversários, já que o contato físico é uma das formas de transmissão dessa gripe mexicana que assusta o mundo.

Creio que nesse momento os dirigentes da Conmebol estão torcendo para a não-classificação de mexicanos… Seria um problema a menos para se discutir!

Extraído de: http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,gripe-suina-cancela-partidas-de-futebol-no-mexico,361398,0.htm

Gripe suína cancela partidas de futebol no México

CIDADE DO MÉXICO - Os temores sobre a gripe suína no México atingiram o futebol. Nesta segunda-feira, a Confederação de Futebol da América Central, América do Norte e Caribe (Concacaf) anunciou o cancelamento de seu campeonato sub-17 de seleções.
A competição, disputada na cidade de Tijuana, estava na semifinal. Os confrontos entre Costa Rica, Honduras, México e Estados Unidos estavam marcados para quarta-feira.
A Concacaf também anunciou que a partida de volta da final de sua Liga dos Campeões, entre os mexicanos Cruz Azul e Atlante, foi adiada por duas semanas, para o dia 12 de maio.
Segundo a entidade, as atitudes visam a assegurar a saúde de jogadores, funcionários e torcedores. O governo mexicano já anunciou o fechamento de escolas em todo o país.

criado por Prof Rafael Porcari    09:07:41 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, ,

- O Ranking das Escolas, segundo o Enem

E saiu o resultado do Enem. Para a surpresa de muitos, os melhores colégios do país não estão em SP. Em contrapartida, já era esperado que as escolas particulares estivessem na ponta.

Extraído de: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u557685.shtml

Veja, abaixo, o ranking das escolas e em que posição a sua instituição se encontra:

Para ter acesso ao ranking, clique em:

 http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/04/28/enem-ranking.pdf

Quase 90% das escolas públicas têm nota abaixo da média no Enem

Das 26 mil escolas que foram avaliadas pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), 74% obteve nota abaixo da média nacional que foi de 50,52 pontos. Na rede pública, o índice de estabelecimentos com resultado inferior à média chega a 89%. O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) divulgou nesta terça-feira os resultados por estabelecimento de ensino em 2008.

Mais uma vez, foram as particulares que conquistaram os melhores resultados no exame. Das 20 melhores escolas, 15 são particulares e a maioria se concentra na Região Sudeste. Outras 6 mil escolas ficaram sem conceito porque tiveram número insuficiente de alunos participantes.

Pelo segundo ano consecutivo, o campeão do Enem foi o Colégio São Bento, do Rio de Janeiro. A média total obtida pela escola - incluindo a prova objetiva e a redação com correção de participação - foi de 80,58 pontos, em uma escala que vai de 0 a 100. São 30 pontos a mais do que a média nacional divulgada em novembro pelo Inep. Administrado por padres beneditinos, o colégio só recebe alunos do sexo masculino. A mensalidade para o ensino médio varia de R$ 1.616 a R$ 1.752.

Entre as escolas públicas, o melhor resultado ficou com o Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais. A média obtida pelos alunos foi de 76,66 pontos, o terceiro melhor resultado no ranking geral.

criado por Prof Rafael Porcari    09:00:57 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:, ,

- Lei da Mamografia: ótima, mas não será cumprida.

É uma pena. A Lei que permite às mulheres com mais de 40 anos ter acesso gratuíto aos exames para a detecção do Câncer de Mama entra em vigor hoje. Entretanto, segundo o Instituto Nacional do Câncer, “houve erro na elaboração e interpretação da lei e sua praticabilidade irá demorar mais um pouco”.

É por essas coisas que se critica não a burocracia, mas o burocratismo… A lei vigora a partir desta quarta, mas não funcionará, devido a redação do texto.

Extraído (embora vencido) de: http://correio24horas.globo.com/noticias/noticia.asp?codigo=24782&mdl=27

Ministério anuncia investimento de R$ 94 milhões para a saúde da mulher

O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (28) que irá investir R$ 94 milhões na realização de exames papanicolau e mamografias nos próximos três anos. A estimativa é que o número de exames papanicolau aumente em média 6,6% e as mamografias aumentem 24,6%, em relação a 2008.

Os recursos serão coordenados pelo Programa Nacional de Controle do Câncer do Colo do Útero e de Mama que irá destinar R$ 85 milhões para procedimentos contra o câncer de mama e R$ 9 milhões no combate ao câncer no colo do útero.

Com o valor, o ministério estima que sejam realizados, até o ano de 2011, 1,3 milhão de exames papanicolau e 1,8 milhão de mamografias a mais do que no ano passado.

Outra medida anunciada foi a criação do Sistema de Informação do Controle do Câncer de Mama (Sismama) que poderá ser acessado a partir de junho desse ano. Com a nova ferramenta, o ministério terá acesso ao nome e à idade de pacientes, local de realização do exame e o tempo de espera e estágio do tumor.

O objetivo do banco de dados é gerenciar as ações de rastreamento de câncer e o monitoramento dos procedimentos em relação à doença em todo o país para que possam ser planejados o uso de recursos e a oferta de serviços. As Secretarias Estaduais de Saúde deverão informar os dados referentes aos pacientes até o 15º dia de cada mês, na página eletrônica do ministério.

Segundo o ministério, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) já realizou o treinamento de profissionais de todo o país para o uso do novo sistema.

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- Quando a Arbitragem é a atração na Rodada (mesmo não sendo)

O Futebol é o esporte mais popular do planeta devido, talvez, ao fator POLÊMICA. A boa e a má fase de equipes dá audiência, e se diga ao mesmo para a arbitragem. Assim como um jogador praticamente ganha um jogo sozinho em alguma atuação memorável, na rodada seguinte ele pode ser eleito o “pereba” do jogo. Árbitro também! Pode arrebentar em um jogo e na partida seguinte “ser arrebentado”. A questão é: justa ou injustamente.

Na final entre Ceará X Fortaleza, Carlos Eugênio Simon deu um pênalty reclamado por todos como inexistente. O zagueiro depois diz que “tocou sim no jogador, mas que foi sem intenção”… Ora, então foi imprudência, cara-pálida, aprenda a regra!

Entre Santos X Corinthians, houve reclamações de impedimentos inexistentes do lado do amigo e bom assistente Everson Luchessi, contra o Santos. Ora, o Kleber Pereira ficou o jogo inteiro impedido, e nos lances duvidosos, em distâncias de poucos centímetros, em lances de extrema dificuldade, os comentaristas dizem: “Errou! Estava em condição e o bandeira errou!” E afirmam estufando o peito… Ora, lá dentro de campo é outra coisa…

No Cruzeiro X Atlético, ouvindo um programa esportivo, houve o comentário de que Paulo César de Oliveira errou ao não advertir o atacante Kléber Gladiador, pois o cruzeirense houvera provocado o Atlético comemorando o seu gol imitando um galo… Tenha dó! Criticar a arbitragem por esse fato é covardia ou má vontade!

No fundo, quando está tudo sobre controle, haverá um espírito de porco querendo polemizar. Arranjar “pêlo em ovo”, ou motivos para contrariar o trabalho de outrém. Dos pontos positivos ninguém se lembra. Dos acertos do jogo, esqueça-se. Afinal, tudo isso é obrigação. Mas ter tolerância com os erros (quando eles existem), é importante. Não é só respeito, mas profissionalismo por parte de quem está na mídia.

E já que este post é “arbitragem como atração”, nesta quarta e quinta-feira o futebol terá muitas: destaque para o interessantíssimo Colo-Colo X Palmeiras com Carlo Torres, que está em ótima fase, e o nosso amigo Seneme na Bombonera, no Boca Jrs X Tachira. Além do Paulo césar, ostentando a boa arbitragem brasileira na Libertadores.

A torcida para a boa arbitragem é constante e sincera. Boa sorte aos amigos que atuarão nesta rodada, pois divulgam nossa nobre e difícil carreira.

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- Mudanças no Comércio Local

Mudanças a vista: segundo Ricardo Diniz, presidente da Associação Comercial de Jundiaí, o horário do comércio da cidade mudará. Durante a semana, das 09:00 às 18:00h, e aos sábados, das 09:00 às 16:00h. Nos sábados posteriores ao dia 05, o horário se estenderá até as 18:00h.

São mudanças que visam uma melhora no comércio para aumento de vendas. Mas… será que é o horário que assusta muitas vezes o consumidor do Centro, ou outras causas? A primeira: falta de vagas para estacionar em ruas estreitas e estacionamentos pagos caros; a segunda: roubo de veículos. Se assalta todo dia, em diversos (e conhecidos) trechos, e ninguém faz nada!

De repente, o problema não é o horário: é a insegurança.

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- Dando o braço a torcer

Erros e Acertos são comuns a todos os seres mortais. Ninguém é perfeitamente certo, nem perfeitamente errado. Então vamos lá: Dentro do governo Lula, e essa é a minha impressão de eleitor que não votou nele, em meio a esse pico de popularidade do nosso mestre-guia, apenas uma simplória análise:

ERROS

- Crise do Mensalão: Lula estava no meio da crise junto com o PT; nada fez de concreto para apuração e sua popularidade se manteve;

- Crise do José Dirceu: idem;

- Crise do Waldomiro Diniz e José Genuíno: idem;

- Queda do Palocci e o caseiro Francileudo: idem;

- Defesa do Fumo, onde acendeu em público uma cigarrilha: idem.

- Insistir no bolsa-família ao invés de programa de sustentabilidade (chega de assistencialismo demagogo, o que vale é emprego e perenidade): idem.

ACERTOS:

- Redução do IPI para carros, material de construção e linha branca: muito bem quista por todos;

- Fim do radicalismo demonstrado nos anos 80.

Se for ser contra o governo, poderia-se dizer que esses acertos também seriam erros, pois demorou-se para reduzir os juros, além de que essa queda do IPI é provisória; outros, ainda, citarão que Lula tornou-se contraditório, pois quem batia no FMI agora empresta dinheiro a ele.

Sinceramente, acredito que o presidente está colhendo os louros de uma preparação anterior ao seu governo, pois enquanto o segundo mandato de FHC sofreu em meio a crises, a economia se preparava para o período posterior, colhido pelo próprio Lula.

Mas tenho que dar braço a torcer: a frase do presidente imortalizada pela banda Paralamas do Sucesso (nos anos 90), nestes tempos de crise de imagem do Congresso Nacional, se fazem cada vez mais verdadeiras e atuais: Luiz Inácio falou, Luiz Inácio avisou: há 300 picaretas com anel de doutor”…

Tenho curiosidade sobre o legado dos presidentes FHC e LULA a ser lembrado pelas gerações futuras: O primeiro responsável pela globalização do termo desenvolvimento sustentável e pai do Plano Real; o segundo pelo assistencialismo aos pobres e reafirmação da política econômica anterior. De repente, poderão ser imortalizados como 2 grandes presidentes da história, mesmo de ideologias diferentes mas de sucesso complementar.

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28.4.09

- Ser Politicamentente Correto a todo instante

Trabalhamos na última segunda-feira com os alunos do sétimo semestre sobre “SER POLITICAMENTE CORRETO“, e após um texto-base paradidático, debatemos muito sobre o assunto. Questionados posteriormente sobre o tema, responderam (anonimamente) sobre a prática ou não dessas atitudes.

Muitas respostas curiosas: grande parte dos alunos se diz sabedor da falta de policiamento sobre essas ações, alegando consciência do erro mas certeza de que não provoca sequelas. Outros, tentam se conter, mas acabam usando expressões ditas “politicamente incorretas”. A parcela menor de alunos diz que acredita piamente ser correto em suas ações.

Os termos mais usados foram comentários jocosos sobre raça, credo e preferência sexual. Isso apenas retrata o que talvez a sociedade realmente faz: age preconceituosamente em muitas questões, embora muitos questionaram a releção de respeito X convicção: ou seja, posso não defender a prática homossexual, mas devo respeitá-la.

Um indeterminado aluno respondeu sabiamente: “Creio que todas as pessoas tem pré-conceitos sobre algo”, e, evidentemente, surgem os preconceitos pejorativos que tanto condenamos.

Entretanto, outro aluno lembrou muito bem que “esse mesmo preconceito depende de quem recebe a crítica, de qual forma ela abosrve e de como é sua reação“.  Ou seja, o que pode parecer politicamente correto para uns, pode não ser para outros e vice-versa.

Finalizando, um aluno resumiu que quando se esquecer de ser politicamente correto, “um pedido de desculpas e uma reflexão poderá fazer com que se atente mais“.

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- Sucessão em Empresas Familiares: herda-se ou não a competência?

Trabalhamos com o segundo semestre sobre a Sucessão nas Empresas Familiares, e fomentamos o seguinte debate: Herda-de Competência?

O assunto rendeu… Dos 36 trabalhos entregues, 20 alegaram que competência não se herda, 10 afirmaram que se herda, e 6 ponderaram a resposta.

Independente das respostas, a idéia era criar a discussão. E desta podemos concluir que em empresas familiares, independente do herdeiro “puxar” o administrador-pai ou não, através de treinamento, prática da administração e esforço, pode sim ter uma sucessão planejada, eficiente e bem resolvida.

criado por Prof Rafael Porcari    11:35:45 — Arquivado em: Sem categoria — Tags:

- Cervejas Especiais premiando Brasileiros

Compartilho material enviado pelo aluno Alex Branco, a respeito da premiação glamourosa da Cervejaria Schincariol e a conquista de novos consumidores em novo mercado, segundo reportagem da Gazeta Mercantil.

Primeiramente, vemos o esforço em cervejas “especiais” (que são diferentes das “premium”). Tal segmento vem ganhando destaque no mercado cervejeiro nos últimos tempos, e parece ser uma investida certeira das cervejarias nacionais, criando não só marcas, mas bares e possíveis franquias temáticas. A seguir, outras ações (abaixo):

Cervejas especiais elevam vendas da Schincariol

O crescimento do mercado de cervejas especiais já levou cervejarias a entrar no segmento. A Schincariol a adquirir, em 2008, três grandes nomes entre as especiais: Baden Baden, de Campos de Jordão (SP); Eisenbahn, de Santa Catarina, e Devassa, do Rio de Janeiro. E o motivo está nos números deste segmento. Enquanto o mercado de cervejas como um todo cresceu 5% no último ano, as bebidas especiais registram um percentual três vezes maior.

 No entanto, o diretor de marketing da Schincariol, Marcel Sacco, afirma que ainda há muita confusão sobre este segmento e aquelas tradicionais cervejas chamadas “premium” pela indústria tradicional. As especiais seguem outras regras de elaboração e escolha dos ingredientes, muito diferente da elaboração da cerveja em escala”, diz.

 Segundo o executivo, mesmo sendo um mercado bem menor, ele é muito promissor por causa das margens. Além disso, o executivo avalia que, sendo um mercado de nicho, não deve sofrer tanta oscilação, principalmente se a renda continuar se mantendo.

Para manter a pureza e a individualidade das empresas adquiridas, a Schincariol mantém as operações independentes. “O grupo contribui na ampliação da distribuição”, explica. As três marcas hoje já chegam a Belo Horizonte, Porto Alegre e outras grandes capitais do Nordeste.

 A manutenção do trabalho diferenciado das cervejarias, independente do Grupo Schincariol, deu bons resultados. Juntas, as três marcas já somam 12 medalhas no Australian International Beer Awards 2009, um dos grandes prêmios do setor de cervejaria, segundo a beer sommelier Cilene Saorin.

De acordo com Sacco, a empresa ganhou, individualmente, o mesmo número de medalhas que todas as cervejarias da América do Sul juntas, concorrendo em pé de igualdade, com grandes e tradicionais marcas do mundo inteiro. “Isso demonstra lá fora que o Brasil sabe fazer mais do que a ‘loura gelada do dia-a-dia’”

O executivo admite que esse reconhecimento, de alguma maneira, mostra que a empresa, conhecida inicialmente por fazer produtos populares, agora também oferece produtos premium. “Hoje detemos as três marcas líderes desse mercado de cervejas especiais e conquistamos o reconhecimento”, diz.

O trabalho diferenciado com as marcas chega até o varejo, onde o Grupo Schincariol mantém franquia de bares, sendo quatro lojas no aeroporto de Cumbica, em São Paulo, com as marcas Devassa e Eisenbahn; uma loja também da Devassa no bairro dos Jardins, também na capital paulista, e 15 lojas da marca carioca no Rio de Janeiro. “As franquias são canais excelentes, tanto em volume de vendas como em retorno de imagem”, explica Sacco.

Além disso, o grupo ainda registra um crescimento de 20% das vendas através do supermercados, o que antes não chegava a representar 14%. “Claro que o preço é diferenciado, mas estas não são cervejas para se tomar em quantidade e sim para degustação”, explica o diretor.

Novos negócios

Mesmo se definindo com uma cervejaria na essência, o Schincariol está trabalhando para entrar em novos segmentos. Atualmente, o mix de produtos é dividido entre 75% de cervejas e 25% não-alcóolicos. Os números vêm mudando nos últimos dois anos, quando a relação era de 82% para 18%. “As chamadas bebidas saudáveis ganham espaço em todo o mundo e no Brasil não será diferente. Por isso, queremos ter um portfólio completo e a estratégia é chegar até o final do ano com uma divisão de 70% para cerveja e 30% não alcóolicos”, acrescenta.

A Schincariol tem capacidade para produzir 4 bilhões de litros por ano e projeta um faturamento de R$ 5 bilhões para este ano.

Veículo: Gazeta Mercantil 22/04/2009

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27.4.09

- Consistência e Regularidade

 Texto de  Roberto Shinyashiki

 

Não importa qual direção você quer dar à sua vida. Seja o que for que decidir fazer, acima de tudo são necessárias a consistência e a regularidade para que possa chegar a seu objetivo.
Meu professor de tênis, Rodrigo Barbosa, sempre diz: o segredo do tênis é a regularidade. Regularidade nos treinos. Regularidade durante os jogos. Regularidade nos saques. Tudo é regularidade! Ele tem razão. Não adianta treinar oito horas por dia durante cinco semanas e depois ficar alguns meses sem ver a raquete. É melhor treinar duas vezes por semana, regularmente, porque o seu jogo ficará consistente. Não adianta você acertar um saque sensacional e errar um monte deles. É melhor dar um saque bem colocado e errar pouco.

A preocupação com a forma física tem levado muitas pessoas às academias, quadras e aos parques. O problema é que muita gente acha que pode ficar a semana inteira parada e, no sábado de manhã, correr para uma quadra de futebol, começar a jogar às 7 horas e só parar às 20 horas. Os resultados disso você já sabe: dores pelo corpo, lesões musculares e, até mesmo, um infarto.

Os cardiologistas são unânimes em afirmar que exercício físico bom é aquele feito com consistência e regularidade. Esse conselho vale para tudo. Na nossa jornada em busca do crescimento pessoal, as grandes vitórias vêm após ações consistentes e muito regulares.Nos estudos é a mesma coisa. Não importa se você estuda Direito, Literatura ou Marketing, se você reservar vinte minutos do seu tempo para estudar todos os dias, depois de um ano ficará impressionado com a sua evolução. Se você conseguir estudar uma hora por dia, então, vai ser sensacional. Pessoas que somente estudam para as provas podem até ser aprovadas, mas raramente aprendem.

Com a sua carreira profissional acontece a mesma coisa. Constância e regularidade são fundamentais. Se você pensa em ser engenheiro, presta vestibular, começa o curso e, no meio do segundo ano, decide que quer ser veterinário, tudo bem. É preciso entender que você mudou de idéia.Se você pensa em ter uma empresa de informática, prepara tudo, faz os empréstimos e os investimentos, mas depois de seis meses trabalhando decide que vai ser cabeleireiro, tudo certo. É preciso entender que você mudou de opinião.

Se você e sua namorada resolvem se casar, preparam a festa, arrumam uma casa para morar e cuidam de mobiliá-la, fazem planos para os filhos, e pouco antes da data do casamento você decide que vai ser padre, o que se pode fazer? Antes agora do que depois de casado, certo? Mas há algo muito errado nessas histórias todas. Como é que você consegue não terminar nada do que começa?

Tudo bem que exagerei um pouco nos exemplos. Mas a grande verdade é que é mais ou menos assim que muitos jovens se comportam. Mudam de idéia a toda hora, muitas vezes para direções que nada têm que ver com suas decisões anteriores. Dessa maneira, sua dedicação não constrói coisa alguma.

Lógico que não devemos ser rígidos como uma montanha, mas precisamos ter em mente que os resultados aparecem depois de algum tempo de dedicação. Infelizmente, muitas pessoas abandonam um projeto no momento em que ele iria começar a dar resultados. Peter Drucker, o grande professor de administração, dizia que a maioria dos projetos dá errado não porque foi construída e administrada erradamente, mas porque as pessoas desistem deles antes mesmo de os resultados aparecerem.

Se as nossas decisões e os nossos atos não apresentarem consistência e regularidade, haverá um grande desperdício de nosso potencial humano, de dinheiro, de sonhos, de entusiasmo, de crenças. Significa perda de tempo, pois ficamos andando em círculos, podendo afundar cada vez mais no lodo. Não importa qual direção você quer dar à sua vida. Seja o que for que decidir fazer, acima de tudo são necessárias a consistência e a regularidade para que possa chegar a seu objetivo.

Roberto Shinyashiki é psiquiatra, palestrante e autor de 14 títulos, entre eles: Os Segredos dos Campeões, Tudo ou Nada, Heróis de Verdade, Amar Pode Dar Certo, O Sucesso é Ser Feliz e A Carícia Essencial (www.clubedoscampeoes.com.br).

 

 

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26.4.09

- A dificuldade em se mensurar craque e talento

Há dias, Bruna Marin, do Blog “Imprensa Marrom & Cia” (clique aqui para o link), escreveu sobre, de repente, um jogador ídolo de um time se tornar maior que a própria equipe. Baseado nisso, despertou o interesse em tentar descobrir qual “ídolo” poderia ser ídolo maior de sua equipe, em todos os tempos.

Para se ter idéia, faça um simples exercício: quem foi o maior jogador de todos os tempos do seu time? ESPERE: você assistiu a todos jogarem, desde que ele foi fundado? Soube das batalhas da década de 30, os sufocos da década de 50 ou outras histórias de um passado talvez longíquo?

Vou dar um exemplo: conversei aqui em uma das minhas searas com um garoto de 15 anos, e perguntei qual seu time: - Corinthians, disse ele. E perguntei qual o grande ídolo de todos os tempos: - Ronaldo, é claro.

15 anos não vale, é muito novo para entender essas coisas, e não teria experiência suficiente para falar do assunto. Mas é justamente esse ponto: dá para eleger o craque de um time de todos os tempos?

Pegando o mesmo Corinthians: Os que beiram 80 anos, dirão que Cláudio Cristovão de Pinho e Luizinho Pequeno Polegar foram excepcionais; àqueles que tem 50 a 60 anos, Sócrates e Rivelino são indiscutíveis. Os de 30 anos, lembrarão de Neto e Marcelinho Carioca. Os mais novos, como esse garotinho, dirão Teves ou Ronaldo.

E já que o assunto é dificuldade em escolher “o melhor de um time”, o que se pode dizer em escolher, pela ordem de importância, os 100 melhores do Brasil de todos os tempos

A ESPN está elegendo, através da Internet, uma pesquisa onde pretende elencar os 100 maiores jogadores brasileiros da história. E a relação é ótima, pois cita o jogador e seu “apelido” conquistado pela fama. Lá se encontram Ademir de Menezes, Didi, Jair da Rosa Pinto, Lêonidas da Silva (você assistiu eles jogarem?), entre outros. É claro que todos nós achamos que Pelé encabecerá a lista, mas para sua informação, com uma semana de votação, hoje, domingo, 12:23h, a lista dos 10 mais é de:

1. Garrincha

2. Zico

3. Júnior

4. Leônidas

5. Carlos Alberto Torres

6. Romário

7. Paulo César Caju

8. Pelé

9. Ronaldo

10. Gérson

Surpreendente, não? É claro que a Internet prega essas peças. Mas mesmo assim vale visitar a relação (e votar!).

O link da lista dos candidatos está em:

http://espnbrasil1.terra.com.br/100maiores//default.asp

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- Repensando a Administração de Empresas

Com a crise mundial, muitas empresas estão repensando as Teorias da Administração. O que os gurus pregam está correto? Cursos com famosos paletsrantes, pagos à peso de ouro, tem validade em meio a crise?

Em uma interesante matéria publicada neste domingo, na Folha de São Paulo, por Denise Godoy, especialistas dizem que os modismos da Administração de Empresas e gurus nunca foram tão criticados como antes. Cuidado: o que você aprendeu ou aprende na faculdade está atualizado com o mundo real da Administração?

Extraído da Folha de São Paulo, Caderno Dinheiro, pg B9, 26/04/2009:

Crise põe em xeque teoria popular da administração

Conte-se mais uma baixa entre as tantas que a crise econômica mundial nascida no ano passado já provocou. Ainda não morreu, porém está gravemente ferida uma das principais correntes contemporâneas da administração de negócios.
Essa filosofia é representada pela figura do “executivo-estrela”, aquele presidente de empresa com jeito meio de popstar, meio de super-herói, cujas atitudes ninguém questionava -até a crise vir à tona.
Pois os enormes rombos nos bancos de diversos países, a displicência com que o crédito habitacional era gerido pelas financeiras dos Estados Unidos e a surpreendente fragilidade que as grandes montadoras de veículos mostraram nos últimos meses colocaram irremediavelmente em xeque a celebrada sapiência dos líderes corporativos.
A partir de agora, segundo especialistas, a austeridade vai dar o tom.
“O executivo não deve administrar pelos seus valores morais, como se fosse seu único guardião, mas para esses valores, ou seja, cultivando a cada dia a ética e a honestidade”, afirma James Hoopes, professor da universidade norte-americana Babson College e autor do livro “Hail to the CEO - The Failure of George W. Bush and the Cult of Moral Leadership” (Salve, Presidente de Empresa - O Fracasso de George W. Bush e o Culto à Liderança Moral, em tradução livre).
Consequentemente, tendem a diminuir as altas remunerações no topo da hierarquia empresarial.
“A revolta com os bônus pagos aos gestores se deve à distância entre esses valores e os que o funcionário médio recebe. Não há nada que justifique o fato de o presidente da companhia ganhar dez ou 20 mil vezes mais que um técnico”, afirma Hoopes.
Benefícios
Também a política de ampla concessão de benefícios começa a ser revista.
O ideal, na opinião dos especialistas, é aprimorar a medição dos retornos proporcionados por tais benesses -importantes na atração e na retenção dos talentos- e eliminar exageros, como os programas de auxílio à redução de peso do empregado, tidos como uma intromissão indevida.
Ademais, está sendo observada uma notável migração do poder das áreas de marketing, inovação e estratégia para o núcleo de controle, finanças e operações.
“Dessa forma, parece surgir um olhar mais crítico sobre as chamadas modas e modismos gerenciais”, afirma Thomaz Wood Junior, professor da FGV (Fundação Getulio Vargas).
“Um exemplo é a indústria de prêmios e certificações. Esse tipo de iniciativa deve perder espaço, pelo menos por algum tempo. O que deve, ou deveria, ganhar espaço é o alinhamento estratégico e o controle gerencial, especialmente sobre os custos. É importante que cada um na empresa saiba o seu papel e como contribuir para a geração de valor. Isso dá muito mais sentido para o trabalho do que qualquer show de motivação”, diz Wood.

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- Como é linda nossa filha…

Modéstia total de lado, nossa filhinha é muito bonita. Ela está a 1 semana de completar 2 meses. Continuo babando… Afinal, ela ri com mais frequência para o papai, e cresce assustadoramente, em beleza, sabedoria e graciosidade:

Te amamos filhinha!

criado por Prof Rafael Porcari    11:47:46 — Arquivado em: Sem categoria

- A Reestruturação da Empresa Familiar

Já debatemos em sala de aula como o termo “Empresa Familiar” é erroneamente tratado de maneira pejorativa no Brasil. Vemos agora, segundo a Revista Exame (citação abaixo), como a Schincariol, exemplo de Administração Familiar, após uma conturbada saída de Adriano Schincariol e um processo de “desfamiliarização” da empresa, volta ao princípio anterior (o que pode ser positivo), através de uma reestruturação no quadro executivo.

Extraído de: http://portalexame.abril.com.br/negocios/cinco-diretores-deixaram-schincariol-neste-ano-451690.html

Cinco diretores deixaram a Schincariol neste ano

Em quatro meses, a fabricante de bebidas praticamente desfez o quadro de diretores que levou dois anos para montar com a ajuda de headhunters

 

Por Cristiane Mano

A saída do executivo Fernando Terni da presidência da fabricante de bebidas Schincariol, substituído em dezembro pelo seu antecessor Adriano Schincariol, mostrou-se apenas o primeiro movimento de uma reação em cadeia. Neste ano, outros cinco diretores deixaram a empresa.

A baixa mais recente é a de Marcos Cominato, ex-diretor de recursos humanos da Schincariol, que assumiu nesta semana o mesmo posto na fabricante de eletrônicos LG para a América Latina. Os demais são Álvaro Mello, ex-diretor de tecnologia, Alexandre Romualdo, ex-diretor financeiro, Rudinei Kalil, ex-diretor de vendas para a região Norte, e Fernando Salazar, ex-diretor de vendas para a região sul.

O resultado é que, entre janeiro e abril deste ano, a Schincariol praticamente desfez o quadro de diretores que levou dois anos para montar com a ajuda da empresa de headhunting Egon Zehnder. Nesse período, a companhia contratou pelo menos oito diretores de companhias como Unilever e Telefônica. Hoje restam na função apenas três dos novos contratados - o diretor de marketing Marcel Sacco, ex-Cadbury, o diretor de estratégia Johnny Wei, ex-Nestlé, e o diretor jurídico Robin Castelo.

Gino Di Domenico, diretor de operações, tornou-se subordinado de Gilberto Schincariol, vice-presidente de operações da empresa. Assim como o primo Adriano Schincariol, Gilberto retornou ao cargo que ocupava antes da contratação de executivos de mercado para posições-chave na companhia. Em quase todos os casos, os executivos que saíram foram substituídos com promoções internas.

A cervejaria não confirma oficialmente, mas as saídas se devem em boa parte a uma medida de corte de custos. De acordo com o balanço publicado ontem, 23 de abril, a Schincariol registrou prejuízo de 132 milhões de reais em 2008 - embora as vendas tenham crescido 7,4% e chegado a cerca de 5 bilhões de reais e a participação de mercado de cervejas tenha passado de 11% para 13,2% no período.

Na época do afastamento de Terni, após dois anos no cargo, Adriano Schincariol enviou um comunicado dizendo: “A economia e o mercado enfrentam um momento de grande volatilidade. Por isso resolvemos estar mais próximos do dia-a-dia do negócio.”

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- A Irresponsabilidade de quem está na Mídia

Quando há certos descuidos no gerenciamento da carreira de um atleta, e outras “permissões” e “banalizações”, pode-se perder o controle do que seria educação e bom senso. Grandes atletas e demais jogadores na mídia são exemplos para as crianças. Vide os campinhos de várzea: os meninos são todos Kakás, Ronaldinhos, Ronaldo e outros craques globais.

Qualquer jogo às 16:00h pela Globo é Ibope alto na certa. Assim, o zêlo pela imagem é fundamental. Digo isso pois leio alguns comentários de que o gesto mal-educado do bom atleta Christian (que fora dos campos é uma boa pessoa, já tive a oportunidade de apitá-lo algumas vezes), com o dedo em riste e braços cruzados,  é algo “permitido” dentro da cultura futebolística.

Ora, se nesse horário as famílias estão reunidas para se entreterem ou torcerem com o futebol, não haveria crianças também ávidas em assistir seus craques? Não é um mau exemplo? Jogadores de grandes equipes não tem a noção de que são artistas e modelos para milhões de ilustres anônimos que sonham com o seu sucesso?

Longe de qualquer julgamento ao jogador, mas explorando a questão educacional, compartilho o depoimento do ex-jogador do Palmeiras e Paulista de Jundiaí, hoje treinador de futebol (inclusive com passagem pela Europa e outras equipes nacionais), Wilsinho Ferreira, enviado para mim neste domingo:

Rafael, sábado passado dando treino para meninos de 11 anos, um com a camisa do Corintinhas, marcou um gol e saiu com o DEDO do meio comemorando o GOL. Parei o treino e disse pra ele que nao podia e que ele nao iria mais treinar de continuasse fazendo estes gestos. Terminando o treino chamei o Pai dele e disse o ocorrido. o PAI o repreendeu e disse pra ele o Jogador do Corintinhas vai ser punido pelos gestos quando fez o GOL contra o SP e que o seu filho nao mais iria fazer isto.
São os exemplos desses jogadores que estão hoje no mercado com os exemplos que dao para as crianças.
infelizmente é o que esta acontecendo.
Mas estamos ainda tentando mudar isto .
Outro exemplo negativo é o Adriano, fazer o que?
abraços
Wilsinho

Há algo para discordar desse depoimento? A cada atitude positiva nos gramados, enchemos a cabecinha das crianças de sonhos; a cada ação negativa (e pior: por muitos defendida), estamos contaminando a inocência e a falta de malícia delas, que são o futuro do Brasil.

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